as vezes a vida sepulta mais que a morte.

Pra que escrever sobre você,
Se posso viver com você?
E pra que escrever pra você,
Se posso dizer calmamente
Que te amo até os confins?

— Mas mesmo assim escrevo, pra registrar em papel timbrado que pode vir chuva, tempestade e furacão, mas nosso amor permanecerá. (via seusegredomeu)

https://www.youtube.com/watch?v=-LB7eY-B9_I

Morro de medo,
deste medo.
E os teus olhos serenos sempre querendo se encurvar do meu olhar demasiado aflito.

— Eduardo Alves, indeferindo. (via blues-dapiedade)

(Source: indeferindo)

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá.

1 Coríntios 13:1-8 (via 60milanos)

(Source: repouse)